Tungcast#098: The Police

Programa especial sobre a banda mais influente do mundo nos anos 80, do início como banda protopunk nos anos 70 à afirmação como trio de maior sucesso na década seguinte. Os discos, as turnês, as brigas, a húbris de Sting e tudo o que você precisa saber sobre o The Police você encontra aqui.

 

Baixe em mp3 (75MB) – clique com o botão direito e escolha “salvar como”

00:00 – Abertura: “Hungry For You (J’aurais Toujours Faim de Toi)”
01:40 – O início da banda, tentando se encaixar dentro do movimento punk, no final dos anos 70 na Inglaterra e a formação inicial, ainda com Henry Padovani na guitarra.
07:30 – Miles Copeland, irmão de Stewart, decide se tornar o empresário da banda depois de ouvir “Roxanne”, que a princípio seria uma bossa nova, mas saiu como reggae.
12:00 – O que é o Police? Um som com pegada, mas com sofisticação e clima pop? A infame tentativa de ser punk os ajudou a se tornarem um power trio? O lançamento do primeiro disco Outlandos d’Amour (ouça trecho de “Truth Hits Everybody”)
20:40 – O segundo disco Reggatta de Blanc mostra um som mais encorpado, se afastando do punk e ganhando o rótulo de banda reggae. Músicos e artistas começaram a perceber ali que o Police era uma banda diferente das outras (ouça “Does Everyone Stare”)
33:00 – Com Zenyatta Mondatta, as tensões começam a ficar mais claras dentro da banda. Começam a surgir temas políticos nas letras e Sting se afirma como grande hitmaker (trecho de “When the World Is Running Down, You Make the Best of What’s Still Around”)
42:00Ghost in the Machine é o trabalho mais ambicioso da banda, cheio de teclados e sintetizadores emulando cordas e metais, o que deixou Andy Summers contrariado. A húbris de Sting, que estava entrando num espiral de galã-popstar-estrela de cinema, o tornou uma pessoa intratável (trecho de “Omegaman”)
56:00Synchronicity é uma espécie de “disco de singles” e se tornou o ápice de tudo o que uma banda pode almejar.
1:00:00 – Depois de lotar o Shea Stadium com 70 mil pessoas, o fim fica implícito no camarim. No ano seguinte Sting lança um disco solo, e a banda tenta voltar em 1986, mas era o fim da linha.
1:05:00 – O The Police foi nos anos 80 um pouco do que os Beatles tinham sido nos anos 60?
1:09:00 – Curtas: os documentários sobre a banda (um feito por Stewart Copelad e outro do Andy Summers); a turnê de 2007; a influência em bandas como Paralamas do Sucesso e a carreira solo de Sting.
1:15:00 – Encerramento: “Synchronicity I”

Posts relacionados
The Police, ao vivo no Maracanã (2007)
Top 5: músicas pessimistas de Sting
Top 5 discos pop dos anos 80: Nothing Like The Sun
Crônica: Nem Sting salvou os ringtones
Fora do Tom, as memórias de Sting

2 Responses to “Tungcast#098: The Police”

  1. agicelio disse:

    Boa. Também gosto do Police, mas não dava para ter feito uma pesquisa melhor? Tipo curiosidades de gravações, poos dizer que sting é o cara., é muito vago. Foi fraco esse podcast. Eu quefia saber mais da banda. Estúdio, instrumentos, experimentações. Por exemplo: o estúdio deles era do George Martin?
    Quando sai o 2?

    • Diogo Salles disse:

      Olá, Agicelio, tudo bem?

      Não sei qual parte do programa você ouviu, mas falamos de várias curiosidades das gravações, sim. Cito três aqui de cabeça: “Roxanne”, “Behind The Camel” e “Omegaman”.

      De instrumentos e experimentações também falamos, especialmente no disco Ghost In The Machine e do desconforto de Andy Summers com o uso de samplers.

      Essa parte do Sting foi só no final e falamos muito brevemente, pois era um contexto importante para explicar por que a banda acabou.

      Forte abraço.
      Diogo