Tungcast#061: Steve Vai (vol.1)

stevevai1986

 

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00:00 – Apresentação: “See Ya Next Year”
01:40 – O começo da carreira, transcrevendo músicas para o Frank Zappa e depois gravando em estúdio com ele.
03:20 – O primeiro disco solo, FlexAble, de 1984. Um Steve Vai ainda cru (ouça trecho de “Viv Woman”)
05:30 – Em 1985 veio o convite para entrar no lugar de Yngwie Malmsteen na banda Alcatrazz, do vocalista Graham Bonnett (ex-Rainbow). O disco Disturbing The Peace acabou servindo de “vestibular” para o que viria depois (ouça “Desert Diamond”)
10:00 – Um encontro com David Lee Roth (recém-saído do Van Halen), a formação de uma banda estelar e o lançamento do antológico Eat ‘Em And Smile em 1986. Depois de uma massiva turnê, vem o disco Skyscaper (1988), com uma abordagem mais pop e Vai recebe o convite para entrar no Whitesnake (trecho de “Yankee Rose”)
15:40 – Já no Whitesnake, ele grava todas as guitarras do disco Slip of the Tongue, lançado em 1989, e sai em sua última turnê como “side-man”.
18:00 – De saída do Whitesnake, ele grava a sua obra-prima Passion And Warfare em 1990 e se lança de vez em carreira solo.
20:00 – Três anos depois, ele monta a banda Vai e lança o disco Sex & Religion, com Devin Townsend nos vocais, um trabalho mais industrial e um som mais “sujo”, onde ele ora soa como banda, ora como artista solo (trecho de “Still My Bleeding Heart”)
31:45 – Concentrado na carreira solo de novo, no meio da gravação de um disco conceitual, ele grava um disco “de guitarras” em 1995, mais direto, chamado Alien Love Secrets (trechos de “Bad Horsie” e “Die To Live”)
37:50 – Agora sim, sai em 1996 o disco Fire Garden, um trabalho conceitual e a afirmação do Vai como artista, mas com alguns poréns, como a divisão do disco em 2 partes — uma instrumental, outra com vocal (ouça “The Cryin’ Machine”)
43:00 – Três anos depois, vem The Ultra Zone, onde Vai fez alguns experimentos com samplers, mas de novo, com alguns excessos e músicas cantadas (ouça trecho de “The Blood & Tears”)
50:00 – Entre 1999 e 2005, Vai lançou oficialmente coletâneas, caixas comemorativas e Elusive Light And Sound (vol.1), um apanhado de músicas que ele trabalhou para o cinema. Mas lançamento mais importante desse período foi o ao vivo gravado em soundchecks, chamado Alive in an Ultra World, de 2001.
57:00 – Encerramento: “Reaping”, ao vivo do disco G3: Rockin’ In The Free World.

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7 Responses to “Tungcast#061: Steve Vai (vol.1)”

  1. Lucas Gomes disse:

    Nice work!

    1) Nunca tinha parado pra pensar no fato de Vai ter tocado com Lee Roth e Joe com Hagar e que isso mostra o ‘casamento’ de caracterísitcas deles.

    2) Sobre Malmsteen no G3: Live in Denver – ele é chamado de gentleman por que é o Vai e Joe que estão chamando, não por mérito dele. Tenho o DVD, já assisti algumas vezes e sim o cara toca muito, bastante arpeggios como se fossem apenas exercícios na guitarra, mas toca muito. Mas o cara é muito aparecido… fica dando voltinha no corpo com a guitarra, se intromete onde não é a hora dele. Na cena clássica de G3 dos três guitarristas lado-a-lado ele fica viajando. Mas deixa isso pro Tungcast dele.

    Nice work²!

    Quando sai a 2ª parte?

    • Diogo Salles disse:

      Lucas, outro dia me veio esse insight sobre o Vai/Roth e Hagar/Satch. Fiquei matutando um tempo sobre isso.

      Sobre o G3 Live in Denver, claro que o Vai e o Satch douram a pílula, mas o Malmsteen soube se comportar bem também. Quantos aos exageros, é o estilo dele, faz parte do show. Pelo menos o encontro aconteceu e foi histórico, né?

      abs
      Diogo

  2. Meu guitarrista poser favorito.

  3. Gabriel disse:

    Muito bom, obrigado por terem feito, valeu!!!

  4. ok, então que tal “poseur”?