Tungcast#054: A volta do Van Halen com David Lee Roth

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00:00 – Começando com “I’m The One”, apresentando Eduardo Pinheiro (o maior colecionador de Van Halen no Brasil) e dedicando esse podcast à “Van Halen Family”.
05:00 – O novo disco A Different Kind of Truth: o receio que o single “Tattoo” gerou nos fãs e a reação geral com o disco inteiro lançado. Por que eles lançaram primeiro a música mais fraca do disco? (ouça trechos de “Outta Space”, “She’s The Woman”, “China Town” e “Stay Frosty”)
13:00 – Como o novo disco se situa na discografia do Van Halen com David Lee Roth? O resgate da atmosfera dos anos 70, mas com timbres modernos e usando todo o vocabulário musical em 35 anos de carreira. Eddie está mais virtuoso e preciso do que nunca. O uso de whammy em “Honeybabysweetiedoll” e o uso do kill switch em sua nova guitarra Wolfgang.
20:00 – A desconfiança em torno do disco (que era prometido desde 2008) e a indústria de boatos que sempre cercou a banda.
22:00 – O disco também é o resgate de David Lee Roth como artista: as letras, o desempenho vocal, as gírias, o sarcasmo. É um grande vocalista, mas no refrão de “You And Your Blues” as notas são altas demais para ele (ouça trecho)
30:00 – Pelos vídeos no canal oficial do Van Halen no Vimeo, eles parecem até que são amigos. Será que isso é sincero ou eles estão apenas se aturando porque precisam um do outro? (trecho de “In a Simple Rhyme”)
37:00 – Em entrevista, a Valerie Bertinelli (ex do Eddie e mãe do Wolfie), disse que sem o Wolfgang não haveria nem turnê nem disco. O ótimo desempenho de Wolfgang no disco e os e-mails trocados com a Valerie (trecho de “The Trouble With Never”)
42:30 – O portfolio de shows do Eduardo Pinheiro: 1 show do David Lee Roth em 1994 em Londres, 3 shows em 1998 com direito a backstage e fotos com a banda, “Birthday Bash” do Sammy Hagar em 2006 e 2008, 2 shows da reunion tour do Van Halen em 2007 e 2 shows do Chickenfoot em 2009 (trecho de “Somebody Get Me A Doctor”)
51:00 – Van Halen no cinema: a paródia no filme Downfall, com Hitler reclamando da ausência de Michael Anthony na banda, e o “VH Quiz” no filme Os Cabeças de Vento (trecho de “Beautiful Girls”)
54:30 – Por que Sammy Hagar fica atacando o Van Halen pela imprensa? Ainda são as mágoas na turnê de 2004?
58:00 – A briga fratricida entre os die hard fans do Sammy e do Dave.
1:07:00 – Encerramento: “Drop Dead Legs”

Leituras recomendadas:
Entrevista com Joe Satriani (Caderno2 – Estadão)
Vejam fotos no flickr do Eduardo Pinheiro
Van Halen I (1978) – os 35 anos do disco e as curiosidades por trás das gravações
Entrevista com Gary Cherone na Rolling Stone gringa

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Tungcast#039: Discos de 1991 – For Unlawful Carnal Knowledge

7 Responses to “Tungcast#054: A volta do Van Halen com David Lee Roth”

  1. Lucindo disse:

    Diogo, Rafael, adorei o programa. Aliás valeu pela citação, rsss, mas não é pra tanto.

    Grande participação do Edu.

    Agora pela 2ª parte do Van Hagar com a Patrícia pra dar a réplica dela.

    Abraços.

    • Diogo Salles disse:

      Grande, Lucindo! Obrigado!

      Pois é, a Patricia disse que responderia a qualquer crítica feita ao Hagar, mas até agora não se manifestou… Inclusive ela disse que rebateria nossos argumentos no Tungcast “piores músicas de todos os tempos”, mas também ficou só na ameaça…

      As portas para o Tungcast Van Hagar estão abertas e você está convidado a entrar.

      abraços
      Diogo

  2. Gustavo Sampaio disse:

    Na minha opinião o Van Halen é o tipo de banda que se sustenta bem com qualquer vocalista, pode até colocar o Joe Lynn Turner que ainda fica ouvível…toc, toc, toc. Acho muito chato quando conflitos internos e briga de egos torna impossível que vejamos reuniões de bandas que amamos, algo infelizmente não raro no mundo musical. Ótimo cast, procurem pelo episódio do That Metal Show com o Mike, onde o Eddie Trunk indaga o porquê da ausência dele no VH e o “this week’s throwdown” é entre os álbuns 1984 e 5150, vale a pena conferir.

    • Diogo Salles disse:

      Gustavo, eu vi esse episódio do TMS e achei excelente. O Mike é um cara fantástico.

      Mas discordo que o Van Halen funcione com qualquer vocalista. Veja que o próprio Gary Cherone não deu certo por uma série de razões. Até não foi ruim e teve seus momentos, mas muito aquém do que Hagar e Roth produziram, pois eles ajudaram Eddie a moldar e reinventar o som da banda.

      PS: E Joe Lynn Turner seria como um doença venérea para o VH… toc, toc, toc

      Forte abraço
      Diogo

  3. Eduardo Pinheiro disse:

    Diogo e Rafael, foi muito legal participar do programa. Recentemente tive a oportunidade de aumentar meu currículo de shows do Van Halen., com dois shows em San Antonio e Houston, no Texas. Minha experiência no show de San Antonio foi fantástica. Para esse show eu comprei o ingresso VIP. Foi um show espetacular. O setlist foi o mesmo dos últimos shows, com 4 músicas do ADKOT. Dois dias depois vi o show de Houston, que teve o mesmo setlist. No final dessa viagem, voltei pra casa muito satisfeito, pois foi mais um sonho realizado.

    • Diogo Salles disse:

      Amigo Edu,

      Foi uma honra ter um cara como você no podcast, para mostrar esse lado de fã, que todo mundo tem (qualquer que seja a banda em questão). E você mostrou até aonde se pode ir para ver sua banda favorita.

      Sobre o relato dos novos shows no currículo, o que dizer? SENSACIONAL, como sempre. Deve ser bastante interessante ver o soundcheck, não apenas para poder ver como ficam as músicas em versão instrumental, mas por ser um show mais intimista e ficar mais próximo dos caras, o que não é muito habitual na carreira do Van Halen.

      Forte abraço e obrigado por tudo.
      Diogo

    • Rafael Fernandes disse:

      Edu, obrigado pela participação e por mais esse ótimo depoimento!!

      Gde Abraço,

      Rafael Fernandes