Tungcast#052: Deep Purple (vol.2) – 1984-2012

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00:00 – Apresentação: “Perfect Strangers”
01:30 – A reunião da formação clássica, depois de anos de negociações frustradas e a história do falso Deep Purple em 1980.
11:00 – A turnê de Perfect Strangers é muito bem sucedida (ouça trechos de “Knocking At Your Backdoor” e “Gypsy Kiss”) e os problemas recomeçam na gravação do disco seguinte, House Of the Blue Light.
16:00 – As histórias bizarras do Blackmore: sozinho no palco, o “spaguetti incident” e as “fotos sensuais” de sua sogra (ouça “Bad Attitude”)
21:00 – Os 20 anos da banda comemorados no disco ao vivo Nobody’s Perfect e mais brigas, que culminaram com a saída de Ian Gillan.
23:00 – A entrada do poser Joe Lynn Turner nos vocais e a gravação do xaroposo Slaves And Masters, marcando a fase “farofa” da banda (ouça trecho e veja o clipe de “Love Conquers All”).
29:00 – Mesmo assim, essa turnê trouxe a banda pela primeira vez ao Brasil, em 1991 (ouça “The Cut Runs Deep”)
36:00 – A volta da banda em formação clássica, por imposição da gravadora, para “comemorar” seus 25 anos. Resultado: o desastre no registro ao vivo Come Hell Or High Water e saída de Blackmore.
46:00Joe Satriani cumpre agenda de shows e Steve Morse chega à banda. Sai Purpendicular em 1996 e Abandon em 1998 (ouça “Bludsucker” e “Watching the Sky”)
56:00 – Em 1999, Jon Lord resgata o concerto perdido do Deep Purple em 1969. Em 2002 ele vira o “padrinho” da banda e dá o seu lugar a Don Airey.
1:02:00 – Sai em 2003 o disco Bananas, que é talvez o disco mais bem sucedido comercialmente desde a chagada de Steve Morse (ouça “House of Pain”)
1:05:00 – Em 2005 sai o último disco, Rapture of the Deep, onde a banda fica mais acomodada e se perde em turnês intermináveis (trecho de “Wrong Man”)
1:11:00 – O post engraçadíssimo do Diário de Barrelas satirizando as constantes vindas do Deep Purple ao Brasil e o post polêmico do Collector’s Room, sugerindo que está na hora de a banda encerrar suas atividades. Qual é a sua opinião?
1:21:30 – Encerramento: “A Touch Away”

11 Responses to “Tungcast#052: Deep Purple (vol.2) – 1984-2012”

  1. Calígula disse:

    Sensacional caras, muito bacana. Mesmo ñ sendo muito fã xiita do Deep Purple e gostar de sons mais pesados (fica aí uma sugestão: cast de Heavy Metal ou algo parecido), mas reconheço que é uma das bandas mais fodas. Pago muito pau pro Blackmore. Inclusive Highway Star é a minha música preferida EVER! Abraço.

    • Diogo Salles disse:

      Olá, Calígula,
      Realmente o Deep Purple é uma banda muito influente, tanto no rock quanto no metal.
      Obrigado pela audição e sugestão anotada!
      Abraço

  2. kadu disse:

    Quanto a questão do Gillan ser convidado para o Rainbow e do Blackmore ser chamado para o Gillan. Acho que isso pode interessar para vcs.

    http://purpendicular.blogspot.com.br/2007/08/raridade-pesquisando-as-tretas-da-banda.html

    Na foto Bernie Torme, Ritchie Blackmore e Ian Gillan em 81, show do Gillan.

    Abs

    • Diogo Salles disse:

      Sim, Kadu,

      Este post é do blog do Marcelo Soares, nosso convidado no Especial Deep Purple! Ele nos ajudou a esclarecer muita coisa neste período em que o Deep Purple esteve inativo.

      Obrigado pela visita e pelo comentário.

      Abs
      Diogo Salles

  3. gustavo sampaio disse:

    Muito bom cast, meio atrasado mas… tenho uma sugestão de pauta: “Quando o interesse por música se expande?” escutando esse cast redescobri o disco Bananas e achei ótimo, porém quando escutei na época do lançamento achei “uma horrível tentativa de provar sei lá o que desses véio caduco…” óbvio que eu era um adolescente estereotipado metaleiro que acreditava que não poderia haver algo mais extraordinário na música do que Judas Priest, porém, parecia haver uma trava mental com respeito a outros estilos musicais, hoje me vejo escutando jazz, música eletrônica, soul, trilha sonora, o barulho da chuva caindo…bricadeira. Mas o ponto é: qual foi o momento da libertação? Eu traí o movimento? O poser/power metal não tinha qualidade para se manter agradável para mim? A preferência musical é cíclica? adolescentes possuem uma necessidade de agarrar-se a um estilo musical específico na intangibilidade da simbologia que traz ao jovem a figura paterna de um careca gay trajando conjunto em couro polido entrecortado de adereços metálicos pontudos? fica então a sugestão.

  4. Marcell disse:

    Entendo e acho engraçada essa piada do Deep Purple tocar todo ano no Brasil. Mas por que isso seria algo ruim? Eu acho que é positivo, tem demanda, os shows ficam cheios, os caras curtem. Por que parar?

    • Diogo Salles disse:

      Marcell, não é ruim, mas é discutível – ainda mais que a banda voltou várias vezes sem ter um novo disco para mostrar aos fãs, o que torna os shows cada vez mais previsíveis.

      Mas funciona bem para os “die hard fans”, claro. Se tem sempre o público cativo lá, tem mais é que vir mesmo. Só que agora, com a morte do Jon Lord, não sei quando eles voltarão e se sairá mesmo esse novo disco. A banda está de luto e deve demorar um pouco agora…

      abs
      Diogo

  5. Mateus de Bem disse:

    Tirei o chapéu! Ouso dizer que este é o melhor Tungcast junto com DT e GNR! Mas ganha desses dois, haha, abraços!

  6. Rafael Fernandes disse:

    Valeu, Mateus!

    Abs,

    Rafael Fernandes

  7. Leandro disse:

    Ola, venho aqui apenas esse momento para agradecer, pois não havia ouvido anteriormente o podcast de vcs, e perceber o quão bom ele é, ainda mais falando de uma banda que foi e ainda é minha inspiração como o Deep Purple, fui considerado um xiita como vcs falaram no post, ate o momento que fui ao show deles, e perceber o excelente guitarrista que o Morse é, mas como o Marcelo disse ainda continuo com a minha maior influencia sendo Blackmore, e se algum dia ele conseguir o abraço dele, que ele deseja, peço pra me levar junto pra conseguir tbem!!

    Parabéns, e que continuem com o belo trabalho