Tungcast#051: Deep Purple (vol.1) – 1968-1976

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00:00 – Apresentação: “Wring That Neck”. Convidado especial: o jornalista Marcelo Soares, que mantém o blog Purpendicular, completando 10 anos na blogosfera.
01:00 – A gênese do Deep Purple: RoundaboutScreaming Lord Sutch e as infinitas excursões pela Escandinávia.
08:30Mk.1: a busca pela marca própria, a influência dos Beatles, os cabelos Darth Vader, os terninhos Sgt. Pepper e os micos em programas de auditório.
13:00 – As saídas de Nick Simper e Rod Evans em 1969 (ouça trecho de “Shield”)
16:00 – Curiosidades: “Child in Time” foi plagiada de uma música da banda It’s a Beatifull Day, chamada “Bombay Calling” (ouça trecho) . “Black Night” pode ter sido feita a partir do arranjo criado por Ricky Nelson no clássico “Summertime”, de George Gershwin, ou da música “(We Ain’t Got) Nothin’ Yet” do Blues Magoos (ouça trecho desta última).
23:00Mk.2: a explosão com Deep Purple In Rock. A influência de “Whole Lotta Love” em Ritchie Blackmore e a entrada de Ian Gillan e Roger Glover foram cruciais para a banda (trechos de “Speed King” e “Hard Lovin Man”)
27:00 – O disco seguinte, Fireball, é mais experimental e gera as primeiras tensões dentro da banda (trecho de “Fools”)
30:00 – Os 40 anos do antológico Machine Head: o suposto plágio de “Smoke On The Water”, que tem semelhança com o arranjo de Tom Jobim para a música “Maria Moita”, de Carlos Lyra e Vinícius de Moraes (ouça trecho e compare); a gravação onde Frank Zappa vê o famoso incêndio e o documentário sobre o disco (trecho de “Highway Star”)
39:00 – As tumultuadas gravações de Who Do We Think We Are, as exaustivas turnês, a interferências das “patroas” dentro da banda, os problemas com os impostos no Reino Unido e o resultado de tudo isso: as saídas de Ian Gillan e Roger Glover (trecho de “Speed King” ao vivo, Made in Japan)
50:30 –  Mk.3: Glenn Hughes e o novato David Coverdale entram na banda e gravam o clássico Burn, que finca o pé no blues. Em mais um plágio, Blackmore baseia o riff da faixa-título em “Fascinating Rhythm”, de George Gershwin (ouça trecho)
56:00 – Em Stormbringer, Glenn Hughes coloca as mangas de fora e impõe seu estilo funky, o que causou o aborrecimento — e posteriormente a saída — de Blackmore (trechos de “Hold On”, “Lady Double Dealer” e “Love Don’t Mean a Thing”)
1:03:00Mk.4: com a entrada de Tommy Bolin, a banda lança Come Taste the Band. Na turnê, o caos se instala: as drogas tomam conta, a troca de casais, as strippers… Os últimos shows  são desastrosos e a banda acaba de forma melancólica. Pouco depois, no dia 04/12/1976, Bolin morre de overdose. Toda a conturbada história dessa formação é contada no documentário Phoenix Rising.
1:19:00 – Encerramento: “Love Child”

4 Responses to “Tungcast#051: Deep Purple (vol.1) – 1968-1976”

  1. Bruno Almeida disse:

    Parabéns pelo podcast, no entanto, por todas as particularidades que o Deep Purple tem em sua história, e, acredito, que por conta de tempo mesmo, o programa ficou pequeno.
    Abraço.

  2. Rafael Fernandes disse:

    Olá, Bruno, obrigado pela audição e comentários.

    Realmente, tive que fazer alguns cortes e no dia tivemos que agilizar para não ficar um post enorme. Mas história é o que não falta. Dava pra fazer uns 4 desse, pelo menos.

    Aguarde que em breve teremos a 2a parte sobre o Deep Purple.

    Abs,

    Rafael Fernandes

  3. Fernando Gilliatt disse:

    Aguardando a 2a parte… muito legal a 1a…

  4. Rafael Fernandes disse:

    Olá, Fernando, obrigado pela audição! A parte 2 promete ser tão legal quanto a 1a.

    Abs,

    Rafael Fernandes