Tungcast#029: Rush (parte 2) – documentário e show

rush_doc

 

Baixe em mp3 (46MB) – clique com o botão direito e escolha “salvar como”

00:00 – Abertura: “Cygnus X-1″
01:40 – Por que o show desse ano não teve o mesmo público de 2002? Feriado, SWU e a falta do fator “novidade”.
03:30 – O Rush mudando com o mercado: hoje todas as turnês saem em CD e DVD, o que os obriga a mudar bastante o repertório.
05:30 – Um novo nicho descoberto no mercado de shows: a turnês comemorativas, que mostram a longevidade das bandas clássicas e servem como descoberta para as novas gerações.
07:20 – Os esquetes de humor no show mostram como a banda investe na auto-paródia, em contraste com o recente endeusamento feito no documentário.
10:00Beyond the Lighted Stage: no documentário, eles se mostram caras comuns e também são apresentadas figuras pouco conhecidas pelos fãs, como os pais de Geddy, Neil e Alex (trecho de “Lessons”)
13:00 – Finalmente Neil Peart tem a chance de explicar sua aversão às adulações dos fãs.
14:10 – É justificada essa histeria com o Rush? No filme, músicos como Sabastian Bach, Billy Corgan, Mike Portnoy, Kirk Hammett, Trent Reznor e Gene Simmons, junto a figuras como Jack Black e Matt Stone os pintam como semi-deuses.
15:30 – Rush é uma banda que se doa pela música, o que em parte explica o fato de nunca terem participado das “panelinhas” e de terem escapado dos clichês do rock (egos, drogas, brigas).
18:20 – Tecnicamente perfeita, “La Villa Strangiatto” é um marco na carreira da banda e gerou uma verdadeira obsessão nos fãs (ouça trecho)
24:00 – Por que o Rush se tornou uma banda “cult”? O fato deles nunca terem jogado o jogo da indústria preservou a integridade artística.
27:00 – O filme Eu Te Amo, Cara ajudou a banda a ser menos “uncool”? A popularização da internet ajudou as bandas que sempre ficaram de fora do circuito mainstream? (trecho de “The Weapon”)
31:00 – Num momento tão disperso e venal da indústria fonográfica, a integridade artística do Rush atraiu novos fãs, ávidos por dedicação e paixão pela música?
33:00 – Segundo Billy Corgan, Beatles e Led Zeppelin foram “superexplicados”, enquanto que o Rush ainda é “subexplicado”. Com a chegada do documentário e a informação disseminada na internet, isso mudou (trecho de “Where’s My Thing”)
35:30 – Ray Danniels: saiba tudo sobre o caráter discutível do empresário da banda. Tirou Geddy Lee da banda ainda nos anos 60 e afundou o Van Halen nos anos 90.
41:00 – “Natural Science” é uma música que ganha muita força ao vivo, além de ter servido de grande inspiração ao Dream Theater (ouça trecho)
44:00 – O que esperar do futuro do Rush? O formato álbum tem sido questionado até pela própria banda, mas deve continuar.
46:00 – Encerramento com “Far Cry”, uma das melhores músicas da década de 2000.

Para ler
Estadão: Rush, muito além do palco (sobre o documentário)
Estadão: Ao se auto-parodiar, o Rush constrói o próprio mito (sobre o show)

Para ouvir
Tungcast#026: Rush (parte 1) – a discografia

Comments are closed.