Tungcast#014: Guns N’ Roses (parte 1)

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00:00 – Apresentação: “Welcome to the Jungle”
02:00 – O começo de tudo: um bando de junkies sem um foco inicial — uma banda que tinha tudo para dar errado.
04:00 – O “causo” do Axl nos primórdios da banda, quando se jogou do carro do Slash em movimento.
05:30 – A disputa entre a Geffen e a Warner para fechar com o Guns e os jantares “na faixa” que eles recebiam.
07:00 – A influência do Aerosmith no som do Guns. As rixas com o Poison e Great White. Todos queriam ser Motley Crue nos anos 80.
09:30 – A dificuldade de se concentrar nas gravações do Apettite. Os problemas com heroína e com o álcool. O trabalho que Tom Zutaut teve para colocar a banda nos eixos.
12:00 – A dificuldade de emplacar o Guns na MTV. Apettite demorou quase 2 anos para “pegar” de verdade. “Sweet Child O’Mine” foi escondida no lado 2 do disco propositadamente.
14:40 – A permissividade dos outros integrantes da banda (porque estavam todos drogados) com a megalomania do Axl, que já começava a mostrar seus tentáculos.
17:50 – O solo de “Sweet Child O’Mine”, que começa melódico e vai ficando agressivo, até explodir no final. Perfeito.
19:40 – O sucesso do Apettite For Destruction: a crueza nos riffs, grandes melodias e a pegada certa do hard rock (trecho de “It’s So Easy”)
24:00 – Os gemidos de Adriana Smith (namorada do Steven Adler) em “Rocket Queen” eram reais — com o Axl ajudando a dar mais “dramaticidade” (ouça trecho)
26:00 – A bateria tribal com o grito do Axl no final de “Welcome to the Jungle” e o timbre no início de “Paradise City” (trechos)
29:00 – “November Rain”, “Back Off Bitch” e “Don’t Cry” entraram no Use Your Illusion, mas já existiam muito antes do disco existir.
31:00 – “Don’t Cry” é aquela música que explora os clichês mais surrados. O tenebroso vocal no fim dessa música fez de Axl Rose o “Raimundo Fagner do rock’n'roll”.
32:30Use Your Illusion é o começo do fim pro Guns? Daria para condensar tudo em um CD simples (ou vinil duplo)? Tudo ficou muito dividido: as músicas do Axl, as do Slash e as do Izzy (trechos de “Locomotive”, “Estranged” e o solo de “Breakdown”)
37:00The Spaghetti Incident mostrou uma banda esfacelada. O Guns perdeu muito com a saída do Izzy? Gilby Clark foi um bom substituto?
39:30 – Axl criou no Izzy uma tolerância zero com vocalistas? Izzy vai continuar fazendo turnês e sendo amigo de todo mundo, sem se comprometer com ninguém — é o @oclebermachado do Guns N’ Roses.
41:30 – As várias versões para a saída do Slash em 1995. Um festival de contradições de ambas as partes: a demissão do Gilby Clark, a entrada de Paul Huge, a polêmica gravação de “Sympathy For the Devil” e o lançamento do disco do Snakepit.
47:30 – Slash: se perdeu na heroína e nunca colocou a música (e a guitarra) como sua prioridade. Axl: um louco de pedra. Guns N’ Roses: uma grande e caótica banda que já nasceu na iminência de acabar.
49:50 – Encerramento: “Nightrain”

Ouça também
Tungcast#015: GNR (parte 2) – Chinese Democracy

3 Responses to “Tungcast#014: Guns N’ Roses (parte 1)”

  1. Só um adendo: para mim, a guitarra de Paul “Huge” Tobias em Symphaty For The Devil é a melhor coisa da música. Dá um belo de um refresco ao som surrado de uma música muito conhecida. Sem ela, na minha humilde opinião, o cover ficaria tão sem graça quanto a grande maioria do Spagghetti Incident.

    E Don’t Cry é clichezona sim, mas ao menos tem um dos melhores solos do Slash. :)

  2. Cassiano disse:

    Olá!! Achei bastante interessante esse podcast, no entanto não encontrei “agregador” para Itunes ou feed RSS, seria algo interessante…

  3. curti o podcast…..apenas 2 opiniões:

    - vcs deveriam colocar uma musica de fundo enquanto conversam(musica da banda tema)

    - dont’cry ruim…. é cliche, é pop, mas nunca ruim, galera