Tungcast#006: Chickenfoot

chickenfoot

Foto: Eduardo Pinheiro (show – Chickenfoot em Houston/Texas – mais fotos aqui)

 

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00:00 – “Soap on a Rope” — apresentando convidado especial: Érico Salutti
01:00Chickenfoot foi uma coisa nova que surgiu para arejar o cenário musical.
02:40Joe Satriani conseguiu ser parte de uma banda, sem ter a “síndrome do artista solo”, privilegiando as “bases” nas músicas.
05:00 – Quem manda numa banda de rock é o guitarrista e/ou o vocalista. Satriani foi um guitar-hero no Chickenfoot?
09:30 – Chad Smith é um baterista subestimado no rock. Ele toca para a banda, para a música, assim como Charlie Watts faz no Rolling Stones.
11:00Lars Ulrich dizia que, no início de sua carreira, só queria saber de ouvir o Neil Peart (Rush) e estranhava o estilo “simples” do Charlie Watts nos Stones. Hoje, ele diz só ouve o Watts. O virtuosismo é sempre necessário?
12:50 – “O mérito deles foi não ter se escorado no rótulo de superbanda, mas ao mesmo tempo, não apresentaram nada novo — mesmo tendo sido muito competentes”.
13:50 – “‘Future in the Past’ me deixou arrepiado” (trecho)
15:00 – “Esse disco ainda será muito valorizado daqui a 10 ou 15 anos” – Érico “Nostradamus” Salutti
16:00 – “Soap on a Rope” soa como B-side do Satriani, mas a produção foi impecável e salvou a música. “Oh Yeah” é um título idiota para uma música preguiçosa, com uma letra pueril (trecho)
18:00 – Músicas como “Oh Yeah” geram a curiosidade do público em geral. “É uma música de estádio, como a mulherada mostrando os peitos, Sammy Hagar total”…
19:40 – O single precisa ser “amável” ou é só uma prostituição musical?
20:30Andy Johns é um grande produtor e tirou o melhor da banda, exatamente como ele fez em Exile Main Street, do Rolling Stones — “Se você gostou de um disco, veja quem é o produtor e preste atenção em outros trabalhos dele”.
23:00 – “My Kinda Girl” é parecida com “Runaroud” do Van Halen? (ouça trechos)
25:00 – Sammy Hagar e Michael Anthony revigoraram suas carreiras, e mostraram isso em “Avenida Revolution” (trecho)
29:30 – São 4 caras que não precisavam provar mais nada a ninguém e por isso o disco soou tão bem.
30:30 – “Down the Drain” é uma grande música e surgiu ao vivo no estúdio (trecho)
34:00 – Há uma nova onda de “superbandas”? Esse rótulo atrapalha? Os casos do Velvet Revolver, Audioslave e agora do Them Crooked Vultures. Os problemas que Slash enfrentou ao montar suas bandas.
38:20 – A dificuldade que Satriani teria para montar uma banda sozinho, com um vocalista desconhecido. Steve Vai arriscou com Devin Townshend.
39:50 – A sorte do Chickenfoot é que metade da banda já estava formada muito antes dela existir. Sammy e Mike continuaram tocando juntos na Cabo Wabo Cantina, mesmo depois de saírem no Van Halen.
41:00 – Os membros do Crooked Vultures já se conheciam. Dave Grohl já tinha gravado com o Queens of the Stone Age.
42:00 – Os músicos (e o mercado também) encaram os projetos paralelos de outra forma hoje — por isso as superbandas estão dando certo.
44:20 – O Chickenfoot já vai fazer uma pausa agora, com a volta do Red Hot Chili Peppers, mas vai continuar como banda. Eles não precisam de dinheiro (Sammy Hagar disse que ganhou muito mais dinheiro com sua tequila Cabo Wabo do que com o rock).
46:10 – Como Érico Salutti arrematou a caixa da bateria do Alex Van Halen num leilão.
49:00 – Encerramento: Runnin’ Out (Chickenfoot)

Links relacionados:
Crítica: “Chickenfoot – o passado e o futuro do rock
Vídeos de Patty Braga: Chickenfoot ao vivo em Houston/Texas (16/09/2009)

2 Responses to “Tungcast#006: Chickenfoot”

  1. Eduardo Pinheiro disse:

    O Chickenfoot é para mim uma banda espetacular. Eu tive a chance de ver três shows da parte final da turnê, e não dá pra explicar o que é ver essa banda ao vivo. Já vi alguns vídeos, e ouvi alguns shows inteiros em mp3, mas a experiência ao vivo é muito diferente. Confesso que ao ouvir os primeiros trechos das músicas que foram divulgadas fiquei em dúvida, achando que seria um disco razoável, mas ao escutar o CD completo virei fã desses caras. Me impressionou muito a presença do Chad Smith nesses shows. E o que dizer do entrosamento entre o Sammy e o Mike? Esses dois se completam no palco, e a felicidade que eles mostram ao tocar juntos é contagiante. O Satriani fica mais na dele no palco, mas é extremamente competente. Fica agora a expectativa sobre os novos passos da banda, após essa pausa para os projetos individuais.

  2. lazua mourais disse:

    parabéns pelo blog, assuntos legais , bem organizado! Bjs..